Visual merchandising: o que faz, quanto ganha e como se especializar

Visual merchandising: o que faz, quanto ganha e como se especializar

Resposta rápida: Visual merchandising planeja como os produtos aparecem na loja, física ou online, para gerar desejo e converter em venda. O profissional ganha em média entre R$ 2.500 e R$ 7.000 por mês no Brasil, variando por porte da marca e senioridade. A enmoda tem um curso intensivo de Visual Merchandising com Otávio Lima, especialista em varejo desde 1994.

O que faz um profissional de visual merchandising?

Ele decide como o produto é exposto para conduzir o olhar do cliente e estimular a compra: organização de vitrine, ambientação da loja, disposição de araras e prateleiras, sinalização de promoções e, no digital, a forma como a coleção aparece no e-commerce. O trabalho conecta moda, comportamento do consumidor e resultado comercial.

Quanto ganha um profissional de visual merchandising?

A faixa salarial no Brasil costuma variar entre R$ 2.500 e R$ 7.000 por mês. Quem está começando, em lojas de menor porte, tende a ficar na faixa inicial. Coordenadores de visual merchandising em redes maiores, ou profissionais responsáveis por várias lojas de uma marca, alcançam os valores mais altos da faixa.

Visual merchandising é a mesma coisa que vitrinismo?

Não exatamente. Vitrinismo é uma parte do visual merchandising, focada na vitrine. Visual merchandising é mais amplo: inclui a vitrine, mas também a ambientação interna da loja, a disposição do mix de produtos, a comunicação visual de campanhas e, em marcas maiores, diretrizes que se replicam em várias unidades.

Onde um profissional de visual merchandising trabalha?

Redes de varejo de moda, lojas multimarcas, marcas próprias com loja física, agências de arquitetura comercial e, cada vez mais, times de e-commerce que cuidam de como a vitrine digital é construída.

Como se especializar em visual merchandising?

O caminho mais direto é um curso que una teoria de comportamento do consumidor com prática real de composição de vitrine, ambientação e leitura de dados de conversão por loja, e não apenas estética. É esse o enfoque do curso intensivo de Visual Merchandising da enmoda, com Otávio Lima, especialista em varejo com mestrado em História da Ciência pela PUC SP e MBA em Varejo de Moda pela UAM. Desde 1994 ele passou pela gestão de marcas como Varal, Zoomp, Zapping e Miss Sixty, e desde 2003 atua como consultor de varejo para marcas como Glória Coelho e Harley Davidson.

Perguntas frequentes

Precisa de faculdade para trabalhar com visual merchandising?
Não é obrigatório. Muitos profissionais entram pela prática em loja e se especializam depois com cursos livres focados na área. Uma base em moda ou design ajuda, mas não é pré-requisito único.

Visual merchandising é uma boa área para quem gosta de moda mas não quer desenhar coleções?
Sim. É uma das áreas mais buscadas por quem tem olhar estético e interesse comercial, mas não necessariamente vocação para criação de peças.

Dá para trabalhar com visual merchandising remotamente?
Parte da função, como diretrizes de ambientação para redes com várias lojas ou visual merchandising de e-commerce, pode ser feita remotamente. A execução na loja física, não.